Coco Chanel, uma figura icônica da moda e do empoderamento feminino, deixou um legado muito além das peças de roupa que criou. Sua famosa frase: "Não é o aparecimento, é a essência. Não é o dinheiro, é a educação. Não é a roupa, é a classe", reflete uma visão de mundo profundamente enraizada em valores autênticos e atemporais.
Em uma sociedade frequentemente obcecada pelo aspecto externo, Coco Chanel nos lembra que a verdadeira beleza vai além da aparência física. A essência de uma pessoa, suas qualidades internas, seus valores e personalidade, são o que realmente brilha e deixa uma impressão duradoura. Enquanto a aparência pode ser superficial e efêmera, a essência é o que nos conecta genuinamente aos outros e dá significado à nossa existência. Chanel nos encoraja a cultivar nossa essência, buscar autenticidade e valorizar quem somos em nosso âmago.
No mundo de Chanel, a educação era um elemento crucial na conquista da excelência e do refinamento pessoal. A educação não se restringe apenas ao conhecimento acadêmico, mas abrange também a busca incessante pelo crescimento pessoal, desenvolvimento intelectual e autoaperfeiçoamento. Para Chanel, estar bem educado era uma questão de ampliar horizontes, adquirir conhecimentos diversos, desenvolver habilidades e estar em constante busca pelo autodesenvolvimento. É a educação que nos capacita a expressar nossa individualidade, a aprimorar nossas habilidades e a contribuir para o mundo de forma significativa.
Chanel nos lembra que a verdadeira classe vai além das roupas que vestimos. Ela se manifesta em nossa postura, na maneira como nos expressamos, na gentileza com que tratamos os outros e na maneira como nos portamos diante dos desafios da vida. A classe é um sinal de refinamento e elegância, que não depende de status social, mas sim de uma atitude respeitosa e empática em relação aos outros. Ter classe é irradiar confiança, agir com integridade e manter-se fiel aos seus valores, independentemente das circunstâncias externas.
POR: Dra. Joise Wottrich
Um estudo recente, publicado no The Lancet Diabetes & Endocrinology, propõe uma nova forma de abordar e diagnosticar a obesidade, indo além do tradicional Índice de Massa Corporal (IMC). A proposta, endossada por 75 organizações médicas globais, busca oferecer um método mais preciso e abrangente, que permita um cuidado mais personalizado e eficaz para os pacientes.
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